quinta-feira, 11 de junho de 2009

O “céu” e o “inferno”

O “céu” e o “inferno” são estados da alma e não locais de eterna bênção ou sofrimento.

O “céu” e o “inferno” são portáteis e você leva aonde for.

Se o perdão tira o pecado, vale a pena viver uma vida de crimes e pedir perdão no fim. Isto não incentiva a criminalidade?

Se Jesus é o único que pode nos salvar e nos libertar do pecado, como ficam os que nasceram antes Dele?

João 14:12
“Aquele que crê em mim fará também as obras que eu faço...” Então se existe apenas uma vida, ande nas águas, ressuscite os mortos, cure os cegos e os paralíticos e faça a obras que Jesus também fez e me prove que tem fé em Deus e no Jesus que diz que acredita.

Então isto me leva a crer que os evangélicos e os católicos, entre todo o resto, inclusive nós, não cremos, pois não conseguimos fazer nada disso.

CONCLUSÃO: somos todos farinha do mesmo saco.

Há quem sente, mas não pensa.
Há quem pensa, mas não sente.
Há quem crê, mas não pensa e nem sente.

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