segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Obras Básicas - Parte 2
III - Complementação, Obras de André Luiz, Psicografadas por Francisco C. Xavier, algumas em parceria com Waldo Vieira
01 - Nosso Lar
02 - Os Mensageiros
03 - Missionários da Luz
04 - No Mundo Maior
05 - Libertação
06 - Entre a Terra e o Céu
07 - Nos Domínios da Mediunidade
08 - Ação e Reação
09 - Sexo e Destino
10 - E a Vida Continua
11 - Mecanismos da Mediunidade
Obs.: O conjunto de obras de André Luiz, para sua correta assimilação, deverá ser precedida do estudo das obras da codificação de Allan Kardec.
IV - Complementação - História do Espiritismo - Arthur Conan Doyle
V - Romances Espíritas
Obras psicografadas por médiuns recomendados, a saber:
- Francisco C. Xavier
- Luiz Sérgio
- Yvonne Pereira
- Divaldo Pereira Franco
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Obras básicas de para o Espiritismo
Na maioria das vezes sem razão e por puro preconceito.
Na minha opinião, qualquer pessoa que não tenha estudado no mínimo a lista de livros que posto aqui não pode de forma honesta tecer uma crítica abalizada sobre o Espiritismo.
Segue a sugestão:
I - Obras da codificação - Allan Kardec
01 - O Evangelho Segundo o Espiritismo
02 - O que é o Espiritismo
03 - O Livros dos Espíritos
04 - O Livro dos Médiuns
05 - A Gênese
06 - O Céu e o Inferno
07 - Obras Póstumas
II - Complementação, como auxílio a reformulação interior. Obras psicografadas por Francisco Cândido Xavier e outros autores.
01 - Caminho, Verdade e Vida - Emmanuel
02 - Pão Nosso - Emmanuel
03 - Vinha de Luz - Emmanuel
04 - Fonte Viva - Emmanuel
05 - Palavras de Vida Eterna - Emmanuel
06 - Agenda Cristã - André Luiz
07 - Conduta Espírita - André Luiz
08 - Jesus no Lar - Neio Lúcio
09 - Luz Acima - Humberto de Campos
10 - Pontos e Contos - Humberto de Campos
11 - Boa Nova - Humberto de Campos
12 - Renovando Atitudes - Francisco do Espírito Santo Netto
13 - As Dores da Alma - Francisco do Espírito Santo Netto
14 - Um Modo de Entender - Francisco do Espírito Santo Netto
15 - Evangelho no Lar - Maria T. Compri
16 - Sinal Verde - André Luiz
Em breve postarei as demais sugestões.
Felicidade
Minha grande amiga Alessandra foi iniciada no Candomblé.
Sem dúvida uma grande aquisição para essa tão importante religião.
Alessandra é o tipo de pessoa que agrega em qualquer movimento.
Muito Axé Alê!!!
sábado, 27 de junho de 2009
Reencarnação existe?
O tema da reencarnação existiu desde a antiguidade e o comentário era considerado comum e aceito entre os povos. O problema maior de sua compreensão reside no fato da nossa ignorância a respeito da constituição setenária da natureza e somando-se a isto os dogmas existentes em uma cultura e a mente fechada e limitada para uma não averiguação do assunto. Se as pessoas investigassem sem dogmatismos, com a mente aberta, que todas as Escrituras ‘Religiosas’ não adulteradas falam deste tema indicando que a reencarnação É uma coisa real e faz parte do processo da existência cíclica e evolutiva de todas as coisas, então teriam resolvido este empecilho. A reencarnação está mencionada em várias passagens na Bíblia como: Mateus, 11, 13-15 ; I Cor, 15, 18-19; Mateus, 5, 25-26; Mateus, 17, 10-13; Jô, 1, 20-21; Jeremias, 1, 4-5.
A adulteração foi ocorrida no Concílio de Constantinopla II no ano 553 dc: (Convocado pelo imperador Justiniano ( 527-565 ), que era monofisista. Sua esposa Teodósia, que tinha mandado matar cerca de quinhentas cortesãs, ficou com medo das conseqüências cármicas, empenhou-se em abolir essa doutrina, confiante nessa “anulação divina” dos ensinamentos de Orígenes ( 185-254 ) sobre a reencarnação. Justiniano depôs o Papa Silvério ( 536-537) colocando o Papa Virgílio ( 537-555 ) em seu lugar, decreto um edito especial sobre o assunto em 543 e convocou o Concílio. Participaram somente bispos do Oriente, nenhum de Roma, nem o Papa Virgílio, apesar dos protestos deste na sua publicação intitulada Anathemata, ficando, o Concílio sobre o comando do patriarca de Constantinopla, Eutíquio. Desta forma foi restaurado o monofissismo, insistindo na unidade da pessoa de Cristo, e foi abolida a doutrina da reencarnação. Rejeitou novamente o nestorianismo ). Ainda resta um pouco de indicação para suspeitarmos a existência deste tema nesta Escritura.
Estudando o assunto; o problema está em saber o que reencarna. Olhando um pouco da constituição setenária do homem vemos que ‘O Que retorna e Permanece’ não é a personalidade humana, que é uma máscara, e sim o Cristo Interno, latente, envolvido por camadas ou roupagens. Se levarmos em conta que quem reencarna é a Maria ou o Francisco isto é absolutamente falso e irreal, mas se percebermos que Quem retorna é somente a Trindade Superior de nossa constituição, que ainda está muito pouco manifesta em nossas trivialidades mundanas e que leva consigo todo o fardo inconseqüente da nossa personalidade que assumimos nessa terra física com aperfeiçoamentos a serem efetuados, então esta idéia será plausível e real; é como diz o Cristo em Mateus, 5, 48-... ‘Portanto, sejam perfeitos como é perfeito o Pai de vocês que está no céu.
Interpretando esta parábola, o Mestre nos induz a compreendermos que a Perfeição humana é perfeitamente possível à medida que as encarnações deste Ser latente em nós, passo a passo, se manifeste em sua plenitude até que chegue a estatura do Cristo, como diz São Paulo em uma de suas cartas. A idéia “que está no Céu” significa a Perfeição humana absoluta, aquele que chegou a um grau de conhecimento e sabedoria somente percebidos por Iniciados Verdadeiros, é uma Consciência celestial e de absoluta percepção de tudo que existe e de Unidade entre todas as coisas.
Em Hebreus 9; 27-28 quando diz que é dado que os homens morrem uma só vez e depois disso vem o julgamento, assim, também Cristo se ofereceu de uma vez por todas, para tirar os pecados de muitos. Ele aparecerá uma segunda vez, sem nenhuma relação com o pecado, para aqueles que o esperam para a salvação: O fato de ser dito que o homem morre somente uma vez é com respeito à morte psicológica da personalidade mundana, dos nossos desejos, egoísmos, luxúria, etc. isto realmente somente morre uma vez para a ressurreição dos mortos (da nossa personalidade) e a manifestação total do nosso Cristo Interno, latente. A Vida é Eterna, seus tipos de manifestações é que difere de um a outro indivíduo. Existem vários graus desta exteriorização Crística e essa segunda vinda de Cristo retrata a explicitação Plena de sua Consciência pura e íntegra, é ai que teremos a salvação verdadeira, pois, nesta condição, o nosso Cristo Interno se manifestou em sua total plenitude. Os pecados de muitos é justamente a prisão em que estamos no momento submetidos por sermos escravos da nossa personalidade. A idéia da morte na Bíblia não é a morte física mas sim a morte dos atributos dessa personalidade psicológica, disse Jesus: não faço aquilo que quero ( da personalidade ), mas sim aquilo que o meu Pai quer. Jesus era a personalidade humana, Cristo a entidade Divina que o habitava em total conexão com o homem mundano.
Bibliografia: Livros: O Cristianismo Esotérico de C.W Leadbeater
quarta-feira, 24 de junho de 2009
São João - 24 de junho
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No Nordeste do País, existem muitas festas em homenagem a São João, que também é conhecido como protetor dos casados e enfermos, principalmente no que se refere a dores de cabeça e de garganta.
Alguns símbolos são conhecidos por remeterem ao nascimento de São João, como a fogueira, o mastro, os fogos, a capelinha, a palha e o manjericão.
Existe uma lenda que diz que os fogos de artifício soltados no dia 24 são "para acordar São João". A tradição acrescenta que ele adormece no seu dia, pois, se ficasse acordado vendo as fogueiras que são acesas em sua homenagem, não resistiria e desceria à terra.
As fogueiras dedicadas a esse santo têm forma de uma pirâmide com a base arredondada.
O levantamento do mastro de São João se dá no anoitecer da véspera do dia 24. O mastro, composto por uma madeira resistente, roliça, uniforme e lisa, carrega uma bandeira que pode ter dois formatos, em triângulo com a imagem dos três santos, São João, Santo Antônio e São Pedro; ou em forma de caixa, com apenas a figura de São João do carneirinho. A bandeira é colocada no topo do mastro.
O responsável pelo mastro, que é chamado de "capitão" deve, juntamente com o "alferes da bandeira", responsável pela mesma, sair da véspera do dia em direção ao local onde será levantado o mastro.
Contra a tradição que a bandeira deve ser colocada por uma criança que lembre as feições do santo.
O levantamento é acompanhado pelos devotos e por um padre que realiza as orações e benze o mastro.
Uma outra tradição muito comum é a lavagem do santo, que é feita por seu padrinho, pessoa que está pagando por alguma graça alcançada.
A lavagem geralmente é feita à meia-noite da véspera do dia 24 em um rio, riacho, lagoa ou córrego. O padrinho recebe da madrinha a imagem do santo e lava-o com uma cuia, caneca ou concha. Depois da lavagem , o padrinho entrega a imagem à madrinha que a seca com uma toalha de linho.
Durante a lavagem é comum lavar os pés, rosto e mãos dos santos com o intuito de proteção, porém, diz a tradição que se alguma pessoa olhar a imagem de São João refletida na água iluminada pelas velas da procissão, não estará vivo para a procissão do ano seguinte.
Assim surgiu a Festa de São João
Uma tarde, Santa Isabel foi à casa de Nossa Senhora e aproveitou para contar-lhe que, dentro de algum tempo, iria nascer seu filho, que se chamaria João Batista.
Nossa Senhora, então, perguntou-lhe:
- Como poderei saber do nascimento do garoto?
- Acenderei uma fogueira bem grande; assim você de longe poderá vê-la e saberá que Joãozinho nasceu. Mandarei, também, erguer um mastro, com uma boneca sobre ele.
Santa Isabel cumpriu a promessa.
Um dia, Nossa Senhora viu, ao longe, uma fumacinha e depois umas chamas bem vermelhas. Dirigiu-se para a casa de Isabel e encontrou o menino João Batista, que mais tarde seria um dos santos mais importantes da religião católica. Isso se deu no dia vinte e quatro de junho.
Começou, assim, a ser festejado São João com mastro, e fogueira e outras coisas bonitas como: foguetes, balões, danças, etc…
E, por falar nisso, também gostaria de contar porque existem essas bombas para alegrar os festejos de São João.
Pois bem, antes de São João nascer, seu pai, São Zacarias, andava muito triste, porque não tinha um filhinho para brincar.
Certa vez, apareceu-lhe um anjo de asas coloridas, todo iluminado por uma luz misteriosa e anunciou que Zacarias ia ser pai.
A sua alegria foi tão grande que Zacarias perdeu a voz, emudeceu até o filho nascer.
No dia do nascimento, mostraram-lhe o menino e perguntaram como desejava que se chamasse.
Zacarias fez grande esforço e, por fim, conseguiu dizer:
- João!
Desse instante em diante, Zacarias voltou a falar.
Todos ficaram alegres e foi um barulhão enorme. Eram vivas para todos os lados.
Lá estava o velho Zacarias, olhando, orgulhoso, o filhinho lindo que tinha…
Foi então que inventaram as bombinhas de fazer barulho, tão apreciadas pelas crianças, durante os festejos juninos.
A origem da Festa Junina no Brasil e suas influências
Junho é o mês de São João, Santo Antônio e São Pedro. Por isso, as festas que acontecem em todo o mês de junho são chamadas de "Festa Joanina", especialmente em homenagem a São João.O nome joanina teve origem, segundo alguns historiadores, nos países europeus católicos no século IV. Quando chegou ao Brasil foi modificado para junina. Trazida pelos portugueses, logo foi incorporada aos costumes dos povos indígenas e negros.
A influência brasileira na tradição da festa pode ser percebida na alimentação, quando foram introduzidos o aipim (mandioca), milho, jenipapo, o leite de coco e também nos costumes, como o forró, o boi-bumbá, a quadrilha e o tambor-de-crioula. Mas não foi somente a influência brasileira que permaneceu nas comemorações juninas. Os franceses, por exemplo, acrescentaram à quadrilha, passos e marcações inspirados na dança da nobreza européia. Já os fogos de artifício, que tanto embelezam a festa, foram trazidos pelos chineses.
A dança-de-fitas, bastante comum no sul do Brasil, é originária de Portugal e da Espanha.
Para os católicos, a fogueira, que é maior símbolo das comemorações juninas, tem suas raízes em um trato feito pelas primas Isabel e Maria. Para avisar Maria sobre o nascimento de São João Batista e assim ter seu auxílio após o parto, Isabel acendeu uma fogueira sobre o monte.
No Nordeste do país, existe uma tradição que manda que os festeiros visitem em grupos todas as casas onde sejam bem-vindos levando alegria. Os donos das casas, em contrapartida, mantêm uma mesa farta de bebidas e comidas típicas para servir os grupos. Os festeiros acreditam que o costume é uma maneira de integrar as pessoas da cidade. Essa tradição tem sido substituída por uma grande festa que reúne toda a comunidade em volta dos palcos onde prevalecem os estilos tradicionais e mecânicos do forró.

